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O que a pandemia me ensinou?

Você pode pensar que vou começar esse texto contando o que a pandemia, e seus desafios, me ensinaram! Sim, esse texto é sobre a pandemia, mas especialmente sobre maternidade. Esse ano de 2020


é um ano realmente desafiador para mim, porque com a chegada do Corona ao Brasil no início de março, chegou também meu segundo filho, Bruno. Junto com a alegria do nascimento de um bebê, chegaram tantas incertezas e medos, que jamais imaginei.


Quem já teve um recém nascido em casa, ou conviveu com algum, sabe que os primeiros meses são de muita alegria e descobrimento, mas são especialmente de adaptação (amamentação especialmente) e noites em claro... e eu que achava que sabia “quase” tudo de maternidade (por já ter vivido essa experiência), me vi reaprendendo muita coisa. E é aí o que aprendi com a pandemia, e o que quero dividir com vocês.


Primeira lição que aprendi é que quando nasce um segundo filho, o amor não se divide, realmente ele se multiplica. Mas o trabalho também, especialmente quando o primeiro ainda é parcialmente dependente de você para ir ao banheiro e comer, por exemplo. Porém, a maior das lições não é sobre trabalho, é sobre amor. Aprendi com a pandemia que tudo se ajeita, mesmo que as vezes pareça que não, rsrsrs. Aprendi e aprendo diariamente a ser resiliente, que a maior habilidade em tempos difíceis é a capacidade de se flexibilizar e de adaptar (isso vale para na nossa vida pessoal ou profissional)


Eu sou aquilo que escolho me tornar, aprendi a aceitar a nova realidade de mãe de dois, professora (com o homescholling), dona de casa (cozinhar, lavar, passar, etc), esposa, e tantas outras facetas que eu, e muitas outras mulheres estamos vivendo. Mas, se você se identificou com tudo isso, saiba que a roupa pode esperar para ser lavada ou passada, que se seu filho não assistiu a aula como você gostaria, ele terá novas oportunidades para aprender, mas o amor, esse sim, não pode esperar! O amor que digo é o carinho, brincar, se doar, estar presente, esse foi para mim o papel que a pandemia mais evidenciou.


Dos múltiplos papéis da maternidade, com a pandemia descobri uma nova força interna que trouxe maturidade para resignar valores e sentimentos. Descobri que a gente pode se reinventar a cada momento ou situação, usando o amor como a maior ferramenta.


Como já dizia Mário Quintana, “tão bom morrer de amor e continuar vivendo”. É hoje eu vivo cada dia mais intensamente. E você, qual a principal lição que a pandemia te ensinou?


Eu aprendi muito mais, mas isso é assunto para um próximo texto! Até lá!


Sonaira Zanella Polimeno, cofundadora MUST e mãe do Guilherme, 4 anos, e do Bruno, 6 meses.



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