Se você gostou do primeiro texto, te comento que esse segundo é uma pequena continuação, mas o foco principal desse é a transformação e a sororidade, e mais à frente você vai entender porquê.


Apesar da necessidade do distanciamento social e de isolamento que o corona nos colocou, não tenho como negar que tive sim (acredito que como muitas), medo de ficar doente.

Tenho em casa um bebê recém nascido, uma criança de quatro anos e pais e sogros no grupo de risco. Todos esses fatores criaram uma nova dinâmica familiar, mesclada com fases de medo, mas também de culpa, estresse e resignação.


A maternidade em meio a pandemia fez dessa experiência um desafio diário, com uma carga diferente da que tinha imaginado, mas hoje me vejo pensando, quem garante que aquilo que programamos será mesmo realizado sem mudanças.

Passamos por diferentes fases da vida, e na maioria delas, os desafios mais inesperados, com certeza, foram aqueles que mais te encorajaram a mudar de direção, e encontrar, respostas que te fizeram crescer.

Percebi que não adianta ficar ansiosa, se não estiver preparada para os novos desafios que virão (ou mesmo que estão acontecendo nesse momento). Que depois que estivermos seguros em relação a cura, que lições esse momento nós ensinou, e mais, que transformações aconteceram dentro de mim (e de você)? Pessoalmente e profissionalmente.


Aí que entra a transformação e, especialmente a sororidade. Junto a maternidade também nasceu a MUST, trazendo aquele acalento e companhia que eu tanto precisava.

Quando a MUST “nasceu”, meu bebê tinha pouco mais de dois meses, e te garanto que sim, nós mães, nos sentimos (muito) sozinhas no início. Junto ao bebê e com medo do vírus, nos vimos afastados dos amigos e da família, e felizmente a MUST, e todo seu time, me fez companhia e me fez sentir menos solitária.

As cofundadoras da MUST me acolheram sem julgamentos, pacientemente entenderam meu momento e como poderia contribuir, me apoiaram, e acima de tudo, fizeram bem pra mim, e especialmente, para meus filhos.


Assim, queria deixar registrado aqui meu eterno agradecimento a essas seis mulheres tão inspiradoras que fazem da MUST esse propósito de vida.

Essa plataforma é tão maravilhosa porque ela nasce fortalecendo cada uma de nós em seus sonhos e desafios. Ela mostra que a união entre mulheres, apoiada na empatia e no companheirismo, é um caminho de transformação, de nós, e do mundo.

Então, se você também teve aquela pessoa especial que esteve ao seu lado nos dias felizes, mas especialmente nos dias difíceis, não deixe de dizer HOJE o quanto ela te transformou. Juntas, nossa jornada, será ainda mais incrível! ❤️



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Em tempos de isolamento social, home-office, pressão, sobrecarga e altos índices de síndrome de Burnout, reflexões sobre: ser feliz no trabalho e o sentido deste, ficaram para todos ainda mais latentes nas noites mal dormidas neste período de pandemia.

Até pouco tempo atrás, 30 ou 40 anos, trabalhar era sinônimo de ganha-pão. Já caminhávamos para uma transformação, mas esta foi acelerada, e, agora, o trabalho precisa trazer autorrealização e equilíbrio.

Mas, como os líderes responsáveis pela entrega de resultados, de metas cada vez mais altas, de empresas cada vez mais complexas, e enfrentamento de crises, até então inimagináveis, podem trazer equilíbrio para si e sua equipe?

A maneira como você age se relaciona e interage com os outros, impactará tanto ou mais nos resultados quanto suas habilidades técnicas. É a combinação de Soft Skills com Hard Skills.

Mas Hard Skills aprendemos nas universidades e cursos corporativos, e Soft Skills?

Existe maneira de se desenvolver Soft Skills?

Sim, existe, mas talvez exigirá de você uma desconstrução. Está disposto? Então seguem algumas dicas:


· Seja genuíno, não dá para fingir que você se importa, que você respeita;

· Exercite a escuta, promova cooperação. Estruturas horizontais e colaborativas funcionam muito melhor do que as verticais e competitivas, e você não precisará ter a resposta para tudo;

· Esqueça tudo o que você sabia sobre controlar e dirigir, você precisa inspirar e entusiasmar. Melhor que funcionários disciplinados que cumprem ordens, são os responsáveis e engajados que se envolvem com a decisão e o resultado;

· Peça e dê feedbacks. Esta ferramenta, se bem utilizada, é poderosa para o crescimento e desenvolvimento. Assumir as suas vulnerabilidades e entender as do outro, constrói confiança e empatia;

· Respire, relaxe, respeite seus horários de alimentação e sono, isto te ajudará a manter o ritmo e foco tão necessários sob pressão;

· Acredite em você. Sua criatividade pode ser exatamente a solução que ninguém está enxergando;

. E a que eu acredito ser a mais importante de todas:

Seja ético! Não busque o lucro no mundo! Associe o lucro à construção de um mundo melhor.

Isto com certeza te trará muito mais satisfação do que qualquer bônus rechonchudo e assegurará a sustentabilidade do negócio e do ecossistema!

Por Lucimar Reis

Executiva de Gestão e Negócios, foi country director da United Airlines e Supply Managment Director na CVC Corp


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Atualizado: Set 25

O Brasil infelizmente foi conhecido por muitas décadas por apresentar baixa produtividade no trabalho comparando com outros Países.

Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, de 1981 a 2018, a renda per capita do País cresceu 0,9%, enquanto a produtividade avançou apenas 0,4%.


Essa produtividade é tão baixa que um trabalhador brasileiro leva uma hora para fazer o mesmo produto ou serviço que um norte-americano faz em 15 minutos; um alemão ou coreano, em 20 minutos”, afirmam estudos da FEA-RP da USP.


Já ouvimos muito a respeito da produtividade do brasileiro mas e a liderança? Quais são os aspectos da liderança que aumentam ou reduzem exponencialmente a produtividade e resultados de uma equipe?


2020 foi, certamente, o ano mais diferente que já vivemos enquanto humanidade: novos hábitos, novos medos e novos métodos encontrados para se obter resultados pessoais e profissionais.


As empresas também estão se reinventando: trabalho remoto, flexibilidade de horário, gestão "comando & controle" por água abaixo e uma única certeza: inspirar as pessoas a aumentar produtividade, superando seus objetivos, será cada vez mais desafiador em um mercado tão V.U.C.A.*


E se fosse possível alcançar esses resultados com uma nova forma de gestão: a liderança humanizada.


Os resultados são otimistas. Uma pesquisa** revela que empresas humanizadas agradam mais a clientes e colaboradores: há uma satisfação 240% superior por parte dos clientes, e níveis 225% maiores de bem-estar entre os colaboradores. Em um período de 4 a 16 anos, elas alcançam mais que o dobro de rentabilidade financeira em comparação à média das 500 maiores empresas do País.


A metodologia Hera, por exemplo, sedimenta a liderança humanizada através de 4 grandes pilares:


Humanização


Engajamento


Resultados


Aspirações


Instrumentalizando líderes, empresas e gestão de recursos humanos, a metodologia promete multiplicar resultados em até 6 meses de capacitação completa.


Independentemente do método, vale a reflexão:


Liderança humanizada multiplica resultados?




Bianca Machado


Especialista em liderança humanizada e protagonismo de carreira. Idealizadora da Metodologia Hera, Projeto Adote uma Carreira & Canal Praticando a Teoria.


Há 22 anos liderando times multidisciplinares ininterruptamente; dedica os últimos 12 anos para a área de Recursos Human


os, transformando trabalhos em propósitos.


Instagram: @bia_praticandoateoria

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/biancamachadorh/


*V.U.C.A: Traduzido do inglês-VUCA é um acrônimo - usado pela primeira vez em 1987, com base nas teorias de liderança de Warren Bennis e Burt Nanus - para descrever ou refletir sobre a volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade do ambiente corporativo.


**Fonte: Jornal da USP.

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